Luís Renato Costa
Sou mais presente na ausência.
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Nas sílabas da vida
Andávamos pela calçada, livremente,
e não tínhamos a convicção do que poderíamos viver.
Não era o que pensávamos.
Não era o que sentíamos.
Não era o que sonhávamos.
Mas o dia corria e a fina areia que justificava o relógio do tempo invariavelmente caía.
E quando se fez noite, esta veio de forma intensa e tenebrosa.
Não era o que pensávamos.
Não era o que sentíamos.
Não era o que sonhávamos.
Era o que temíamos.
Nos proparoxítonos dos tempos, a escuridão.
Nos paroxítonos das vidas, o silêncio.
Nos oxítonos da alma, o fim.
Luís Renato Costa
Enviado por Luís Renato Costa em 03/12/2017
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